
A Galeria PONTES une-se a um grupo de alunos e admiradores de Valdir Sarubbi para celebrar a produção do artista, no ano em que completa 10 anos de sua morte, com a exposição que leva seu nome. Serão apresentadas 22 obras minimalistas, entre desenhos, pinturas e relevos em técnicas mistas, lápis de cor, nanquim e colagens, duas telas inéditas que estava desenvolvendo quando ganhou o prêmio da Pollock-Krasner Foundation, além de alguns trabalhos da fase amazônica. Abertura 30 de novembro.
Exposição: “Valdir Sarubbi”
Curadoria: Alex Cerveny
Texto Crítico: Renato Rezende
Coordenação: Edna Pontes
Crédito de Imagens: Juan Esteves
Local: Galeria PONTES – www.galeriapontes.com.br
Rua Minas Gerais, 80 – Higienópolis – Tel.:(11) 3129-4218
Abertura: 30 de novembro – terça-feira – às 19h
Período: de 1º de dezembro a 15 de janeiro
Horário: 2a a 6ª feira, das 10 às 19h.
Sábado, das 10 às 17h.
Ass. Imprensa: Balady Comunicação – Silvia Balady e Camila Martins
Tel.: (11) 3814.3382 – contato @balady.com.br
No ano em que se completa 10 anos da morte de Valdir Sarubbi, Edna Pontes, galerista e admiradora da arte brasileira, Alex Cerveny, Eduardo Matosinho, Renato Rezende e Marina Marcondes Machado, alunos que frequentaram o ateliê livre do artista, fazem uma grande celebração.
“Valdir Sarubbi”, um olhar sobre a vida e a obra do artista, revela uma série de trabalhos que mostram sua trajetória e apuração estética, mas que depois de sua morte mantiveram-se desconhecidos das novas gerações. Serão apresentadas 22 obras minimalistas, entre pinturas, desenhos, colagens e instalações que, na sua maioria, remetem as formas e cores da natureza Amazônica, sua principal fonte de inspiração desde que começou a pintar.
O artista esteve engajado nos movimentos experimentais dos anos 60 e 70, até chegar a um refinado abstracionismo. Tal fato reafirma a ligação de Sarubbi com o fazer artístico, com a investigação de diferentes suportes e técnicas em busca da realização da obra de arte, indo na contramão do movimento contemporâneo em que a matéria é efêmera e a ideia prevalece.
Depois de anos de espera, duas telas inéditas que Sarubbi estava desenvolvendo quando ganhou o prêmio da Pollock-Krasner Foundation, em 2000, poderão, finalmente, ser conhecidas pelo o público.
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